Claro que a mi no me sorprende para nada ya que son la mejor banda del mundo, hasta saltaría dentro de un aro de hula hula por elllos. Aquí les dejo algunos comentarios de los que recién se avispan
Somente aqueles que ficaram após o Skank puderam ver uma das apresentações mais surpreendentes do festival. Belos timbres de guitarra, coreografias e acrobacias marcaram o show dos uruguaios do Supersónicos.
Das guitarras, timbres como o surf de Dick Dale (aquele de Misirlou, tema de Pulp Fiction, Tempo de Violência). De coreografias, movimentos como da banda carioca Autoramas. Entre as acrobacias, um número no qual um dos guitarristas, deitado, suspende o outro pelas pernas – e ambos, tocando sem parar.
Para Harrison e Alex Maraskin, guitarristas da banda brasiliense SuperStereoSurf, o Supersónicos foi a melhor banda do festival. “Me senti um menino tocando, comparado aos uruguaios”, resumiu Harrison.www.poraodorock.com.br
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El line-up de la última noche era el más populista de los tres. Titãs, Skank y Cordel de Fogo encantado eran los números centrales. Sin embargo, para muchos, el mejor show del festival fue el de Los Supersónicos.
Acaso motivados por la estética retro-modernista de la ciudad inaugurada en 1960, Los Supersónicos dieron un recital histórico, como si ellos hubieran sido diseñados ad hoc para Brasilia. Histriónicos hasta el paroxismo (”Uruguay juega muy mal al fútbol, por eso no va a Alemania. Y como no vamos a Alemania, vamos a traer a Alemania a Brasil”, anunciaron antes de hacer un cover de… ¡Kraftwerk! en ritmo de garage), dieron un show energético y poderoso, que los transformó en la revelación indiscutida del Porão do Rock 2006, con un repertorio basado en los temas de Telekinesis, su última producción discográficawww.rollingstonela.com
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O quarteto uruguaio Supersónicos exalou criatividade, performance e simpatia. Valeu até acrobacia – um músico carregando o outro nos ombros enquanto ambos metralhavam as guitarras – para emoldurar o som envenenado que interpreta, pelos olhos da surf music, da new wave a Kraftwerk. O show foi simplesmente irrepreensível, do diálogo com a audiência à potência do som, que arrebatou o público até nas músicas com jeito de rock latino. Terminaram com uma versão deliciosa de Killing an arab.www.moveiscoloniaisdeacaju.com.br
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A banda uruguaia The Supersónicos foi o grande destaque do festival Porão do Rock, realizado em Brasília nos últimos dias 2, 3 e 4. Com um som baseado em guitarras impulsionadas por surf music e rock instrumental, o quarteto consolidou sua imagem no Brasil. Natural de Montevidéu, a banda já realizou cerca de 15 shows no país, a maioria em parceria com os Autoramas, mas ainda não havia tocado em um grande evento nacional. Simpáticos e divertidos, os três irmãos - Leo, Joe e Bob - e um amigo “sónico” – Pol - surpreenderam até mesmo aqueles que já conheciam sua música de disco. Um show que premiou a política de intercâmbio com as cenas dos países vizinhos iniciada pelo Porão do Rock.www.senhorf.com.br
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De fato, quem só foi ao Porão para assistir às grandes atrações, deixou de conhecer ótimas bandas, como a uruguaia Supersónicos, talvez o show mais arrebatador de toda a edição 2006. O quarteto - carismático, irreverente e competente - mostrou sua surf music espacial numa apresentação espetacular, quase circense.www.tribunadobrasil.com.br
boblakes 4 de Julio a las 1:06 pm